Clássico francês nascido por acaso no século XIX, com topo crocante e base macia de maçãs no caramelo. Pronta em 1h30, rende 8 porções e fica perfeita com sorvete. Vamos virar essa história?
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O “erro” que fez história
Em Lamotte-Beuvron, no Hôtel Tatin, um deslize virou tradição: a torta assa com as maçãs por baixo e a massa por cima. Quer descobrir por que isso funciona tão bem?
Uma torta… de cabeça para baixo
Primeiro, as maçãs descansam no caramelo na própria forma. Depois, a massa sela tudo. No final, um giro revela brilho e perfume. O segredo começa na escolha da fruta.
Maçãs firmes, caramelo perfeito
Prefira maçãs que seguram a forma e soltam menos água. Elas concentram sabor, absorvem o caramelo e mantêm mordida. Agora, vamos ao ponto exato do açúcar.
Caramelo âmbar, sem medo
Derreta açúcar até ficar dourado, junte manteiga e deixe espessar. Não mexa com colher; incline a forma para uniformizar. Caramelo pronto? Hora de pensar na massa.
Massa fria, crocância garantida
Use uma massa amanteigada bem fria: abra, corte no diâmetro da forma e cubra as maçãs, encaixando as bordas. Com tudo montado, vem o calor que transforma.
Forno alto, dourado irresistível
Asse até a massa firmar e dourar, enquanto o caramelo borbulha. O perfume denuncia que está no ponto. Pronto para o momento mais esperado?
Vire de uma vez, ainda quente
Desenforme em um único movimento: prato sobre a forma, gira e revela o brilho das maçãs. Deixe o vapor sair e a calda se assentar. Falta só um detalhe final.
Sirva com contraste e frescor
Adoça na medida com sorvete de baunilha, chantilly fofo ou iogurte natural. Crocante em cima, macia embaixo, caramelo no meio. Quer as medidas exatas e truques?
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Ingredientes, quantidades, passo a passo e dicas para sair perfeita sempre.